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quinta-feira, março 31, 2011

Assinado protocolo de intenções da Incubadora Tecnológica Hestia

Assinado protocolo de intenções da Incubadora Tecnológica Hestia (31/03/2011) O reitor Carlos Alexandre Netto e o prefeito José Fortunati assinaram, na tarde desta quinta-feira, 31, no salão nobre da prefeitura, o protocolo de intenções para a instalação e implantação da Incubadora Tecnológica Hestia. A incubadora, que envolve a Escola de Engenharia e o Instituto de Física, será implantada em um terreno de dois mil metros quadrados cedido pelo município, localizado nos fundos da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (SMIC), próximo ao Campus do Centro. No evento, o reitor destacou que a incubadora representa um novo tempo para Porto Alegre, demarcando a interação entre a Universidade, o setor público e os empreendedores. “A incubadora é um passo seminal para mudar a cidade, para transforma-la na cidade do conhecimento”, disse. Entre os representantes da prefeitura, o coordenador do Gabinete de Inovação e Tecnologia, Newton Rosa, ressaltou a mudança na matriz produtiva da cidade que pode advir das inovações criadas na incubadora. O próximo passo é a conclusão do projeto do prédio da incubadora que está em fase de elaboração.

quinta-feira, março 17, 2011

Greve dos técnicos da UFRGS e UFCSPA

A pedido


A banalização da greve como instrumento de luta interessa a quem?

Ontem, dia 15 de março, numa assembléia de pouco mais de 200 técnico-administrativos, a AssufrgS decidiu apoiar o indicativo de greve na Plenária da FASUBRA que ocorrerá em Brasília no dia 26 de março. A pauta é a campanha salarial 2011 e a MP 520 que cria a empresa brasileira de Hospitais para gerenciar os Hospitais Universitários aos moldes do que já acontece no Hospital de Clínicas.

Os ultimos sinais do governo Dilma são de retrocesso, aumentando os juros e deixando de atender as reivindicações sindicais. É hora de pressionar o governo para que avance no rumo de um projeto de desenvolvimento com valorização dos trabalhadores. Isso é consenso. No entanto, pressão de fato a gente faz com mobilização real.
A majoritária da AssufrgS, liderada pelo grupo que se organiza nacionalmente sob o nome Vamos à Luta, tem na nossa opinião uma concepção equivocada de movimento. Essa concepção infelizmente é maioria na FASUBRA hoje. Parte do princípio de que é possível fazer luta sem a presença massiva da categoria. Não é de hoje que temos assembléias esvaziadas, com no máximo 60 pessoas, numa categoria que hoje beira ao 3 mil técnicos. No entanto, para o Vamos à Luta, isso parece irrelevante, já que aqueles que comparecem são os que interessam. porque são os "de luta". O "resto", que é maioria, "não é de luta", é "traidor", etc.


É um equívoco dizer que o esvaziamento do movimento sindical significa que os técnicos em sua maioria se alienaram, ou tornaram-se “pelêgos”. Os tempos mudaram, mas a AssufrgS ficou presa ao passado, e essa falta de renovação foi distanciando a direção da base. A maioria dos técnicos tem dificuldades de se sentir representados pela AssufrgS, porque seu discurso majoritário é praticamente mesmo dos duros tempos do governo FHC.

A universidade mudou nesses últimos oito anos, graças a inestimável contribuição da luta dos técnicos, mas também porque o governo Lula teve uma orientação diferente de FHC. Os recursos para as Universidades praticamente dobraram, tivemos vários avanços com a conquista de um novo Plano de Carreira, milhares de novos concursos foram feitos, as cotas foram aprovadas em grande parte das IES. O Vamos à Luta não percebeu isso, e faz hoje um discurso anacrônico, que não tem repercussão na realidade concreta da maioria dos técnicos e da sociedade.

O reflexo desse discurso atrasado é a falta de mobilização. Porque os técnicos vão participar de algo que não reflete sua realidade? Tem muito técnico que atua em outros espaços hoje porque não se sente representado na AssufrgS. São técnicos que interferem na gestão, na pesquisa, na extensão, com uma visão avançada, que tentam ganhar a Universidade para uma perspectiva mais comprometida com a classe trabalhadora, com o desenvolvimento do país. Esses técnicos não encontram espaço na AssufrgS. Porque há tempos a AssufrgS deixou de querer discutir e interferir nos rumos da Universidade e do país que queremos.

O que interessa hoje para o Vamos à Luta é o micro-debate da carreira, do reposicionamento de cargos específicos. A AssufrgS está presa no mais rebaixado corporativismo, que não consegue nem unificar a própria categoria, e nem negociar alianças da categoria com outras do serviço público, estudantes e sociedade.

Dentro desse cenário de desmobilização provocado pelo discurso anacrônico da direção majoritária, a aprovação do indicativo de greve foi uma decisão precipitada. Mesmo dentro da direção não existe motivação para a greve. Vamos às unidades participar da mobilização, debater, convidar, ouvir o que cada técnico e técnica tem a dizer. Mas será difícil convencer a adesão, porque a AssufrgS está muito desacreditada entre os colegas.

Trata-se de afirmar que existe diferença, que tem gente dentro da AssufrgS que não pensa de acordo com a maioria da direção. Para que a AssufrgS mude, dialogue mais com os técnicos, se renove, incorporando inclusive as pautas dos novos colegas que entraram nos últimos concursos, será necessário muito trabalho, muita militância. Eu acredito. Sou apaixonado pela minha Universidade, pelo meu país, por esse povo lindo que vive nessa terra. E acredito que melhores dias virão para nossa entidade, dias de maior pluralidade, democracia, criatividade, interferência real nos rumos da Universidade e do país.


Tudo começa com a decidida postura de não se conformar com a realidade atual e lutar para mudá-la.

Publicado no Blog Igor de Fato

Igor Corrêa Pereira
Oposição a majoritária da direção da AssufrgS

Encontro de Bibliotecas da UFRGS

O reitor Carlos Alexandre Netto abriu na tarde de hoje, 17, o Encontro de Bibliotecas da UFRGS, que ocorre no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas (FCE). O evento discute questões relativas à estrutura do Sistema de Bibliotecas da UFRGS (SBU) visando promover ações de melhoria na oferta de produtos e serviços de informação à comunidade usuária. O reitor Carlos Alexandre destacou a importância da chegada de novos técnico-administrativos para oferecer cada vez mais excelência no atendimento aos usuários das bibliotecas. “Receber novos servidores é oxigenar o ambiente de trabalho. Desde a expansão do Reuni, 38 novos bibliotecários já foram nomeados, oito deles entrando em exercício nos próximos dias”, informou. O SBU conta hoje com 32 bibliotecas incluindo a Biblioteca Central, totalizando 122 profissionais que atuam no setor. Aproveitando a presença dos servidores ao evento, o reitor pediu o esforço de todos no projeto de implantação de uma nova biblioteca no Campus do Vale. A programação segue até amanhã, 18, das 9 às 12h e das 14 às 18 horas, com realização de palestras, trabalhos em grupo e discussões conjuntas.

 

 

 

 

 

 

 
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quarta-feira, março 16, 2011

UFRGS sedia encontro de universidades latino-americanas e europeias

O reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Carlos Alexandre Netto, abriu hoje, 16, a 1ª Reunião Geral do Projeto INFOACES, que visa à criação de um sistema integral de informação sobre todas as instituições de educação superior da América Latina. O projeto pretende reunir 32 parceiros de 22 países – 17 da América Latina e cinco europeus – sob coordenação da Universitat Politècnica de Valencia, da Espanha. Através do intercâmbio de informações, o INFOACES irá permitir o desenvolvimento institucional e a cooperação acadêmica entre as instituições participantes. Além das universidades, participam do projeto outras sete entidades colaboradoras, como o Instituto Internacional da Unesco para a Educação Superior na América Latina e Caribe (IESALC) e a Organização de Estados Iberoamericanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI). Também está prevista a participação de outras 80 universidades latino-americanas. O coordenador do projeto, José Miguel Carot, aponta que o INFOACES pretende atender a uma demanda social crescente: a necessidade de transparência e de informação sobre como são e o que fazem as instituições de ensino superior. Será desenvolvido um sistema de indicadores, que constará de dados sobre estrutura, resultados e contexto das IES. O projeto também prevê a inclusão de informações sobre gestão, avaliação e desenvolvimento das universidades. O reitor da UFRGS agradeceu pela oportunidade da universidade sediar o primeiro encontro do grupo. As atividades seguem até quinta-feira, dia 17, com sessões paralelas em grupos de trabalho e reuniões entre representantes das instituições.


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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terça-feira, março 15, 2011

Campanha Salarial 2011






Assembleia aprova o Indicativo de Greve a partir do dia 28/mar


Com quase 300 servidores presentes, a Assufrgs organizou a maior assembleia dos últimos anos. A indignação com a perspectiva

de nenhum aumento salarial em 2011 e talvez 2012, fez com que a categoria atendesse a convocação para a assembleia dessa terça-feira (15),
lotando a frente da Reitoria. A partir das diversas reuniões ocorridas nas unidades, a coordenação da Assufrgs dialogou com os servidores,
alertando sobre a falta de perspectivas salariais e da gravidade da MP 520 (que desvincula os HU´s das universidades) e dos PL´s nº 248
(demissão por insuficiência de desempenho), nº 549 (congelamento dos salários por 10 anos) e Fundos de Pensão. Por volta das 06:00 h da manhã,
coordenadores e servidores ativos e aposentados começaram a concentração, organizando a infraestrutura e o fechamento das entradas da Reitoria.
As 08h, os servidores que chegavam encontraram a Reitoria fechada e podiam contar com o café da manhã para fortalecer a luta.
Representantes do Sindisprev, DCE, UJC, Intersindical e Conlutas expressaram o seu apoio a nossa mobilização. A Drª Valnez Bitencourt fez ainda um informe
sobre os diversos processos que tramitam na justiça e de interesse dos servidores. Após a assembleia começou o debate sobre o Indicativo de Greve.
Diversos servidores argumentaram em suas falas, as questões pertinentes a campanha salarial e a gravidade da MP 520. As diversas intervenções polarizaram
duas propostas quanto ao Indicativo de Greve. A primeira argumentava a necessidade de maior participação da categoria, propondo um calendário de mobilização
e não o Indicativo de Greve.A segunda proposta, defendia a necessidade de aprovação do Indicativo de Greve, evidenciando a mobilização e indignação da categoria
pelo grande número de servidores presentes na assembleia.
Após as intervenções e argumentações os coordenadores procederam a votação das duas propostas. A assembleia por ampla maioria de votos deliberou pela aprovação
do Indicativo de Greve a partir do dia 28 de março.
Ao fim, a assembleia aprovou a proposta de exigir da Fasubra a apresentação de um índice de reajuste a ser reivindicado na Campanha Salarial 2011.
A assembleia elegeu ainda os delegados, apresentados em chapa única de consenso entre as forças que compõem a coordenação, que defenderão a proposta da
categoria de aprovação do Indicativo de Greve a partir do dia 28 de março, na próxima plenária da Fasubra no dia 26 em Brasília.

Depois do final da assembleia, foi servido um carreteirão no almoço fortalecendo a mobilização dos lutadores e o fechamento da Reitoria.
Após as mulheres reuniram-se para discutir a organização da Marcha das Mulheres no Brique da Redenção, no próximo dia 20 de março, domingo.

A atividade teve a cobertura da TV UFRGS.


http://www.assufrgs.com.br/site2006/site_novo/?inc=galeria_mostra&galeria_id=353